20.01.11mercado


1) Marcas irão se espalhar pela internet

A internet seguirá sendo dividida em um modelo duplo com web aberta por um lado e espécies de jardins emparedados, como as redes sociais, do outro. Estes aplicativos fechados são populares porque possibilitam ao anunciante controlar as interações com os consumidores. Mas as marcas precisarão multiplicar esses jardins, construindo diferentes aplicativos para plataformas específicas, como Facebook e iPhone. Depois, elas precisam discutir se precisam ter uma estratégia de integração ou algo mais restrito.

2) Valorização das compras online

Compras online continuarão crescendo, apesar do medo de se perder informações pessoais. Os serviços de compras coletivas como Groupon crescerão em outros países além de EUA e China. No país asiático, a febre das compras online darão vazão a novos modelos de e-commerce, como transação direta, leilão reverso, leilão holandês (leia mais em www.360buy.com) e o sistema Tuan Gou, de compras coletivas. O rei do setor naquele país é o Taobao, que deverá gerar US$ 90 bilhões em transações em 2011, mas que o Amazon.

3) Publicidade de display "sairá da caixa"

Os anunciantes apostarão em formatos interativos e com possibilidade de expansão, replicando parte da experiência de um microsite, por exemplo.Alguns dos novos formatos apontam para a dupla função, com combinação de múltiplos formatos na mesma página. Por exemplo: papeis de parede em background podem ampliar o impacto de banners.  Há ainda formatos que usam imagens intrigantes para capturar as atenções. Conforme o internauta coloca o cursor do mouse em cima, a publicidade se expande e mostra até vídeos. Uma terceira tendência é integrar banners com campanhas de mídias sociais. O Google já previu que 75% de toda a publicidade na internet será social em torno de 2015.

4) Virais serão padrão

O viral não será mais considerado algo extra e “legal de se ter”, mas sim uma parte chave da estratégia de comunicação. Os anunciantes precisam acreditar que suas ideias irão “viajar”. O planejamento viral é parte crescente das campanhas digitais. As ferramentas de medição de virais também ajudam neste cenário.

5) Mais conteúdos “feitos para web” em displays online

A publicidade em vídeos online deverá continuar crescendo a taxas acima de 50% ao ano. Vídeos de alta qualidade para mobile podem ampliar o mercado de publicidade de geo localização. A ferramenta mais interessante de 2011 deve ser o formato TrueView, do Google, que coloca o usuário no controle e permite que eles evitem publicidade que não queiram. O desafio está em encontrar-se um formato bom para usuários e anunciantes que possam permitir ao YouTube explorar toda a capacidade de sua audiência.

6) Mobilidade

Anunciantes usarão as possibilidades dos celulares, que permitirão às pessoas ficarem mais tempo conectadas e com experiências melhores. A mobilidade será ampliada por conta ainda de aparelhos como e-readers e tablets. As vendas de iPads deverão passar os 11 milhões em 2011, ultrapassando os números de taxa de adoção do iPhone. Outros tablents como Galaxy Tab (Samsung) e Playbook (BlackBerry) ajudarão a expandir o mercado.

7) Geolocalização

A geolocalização já expandiu durante o ano passado, mas em 2011 ela trará experiências mais recompensadoras para quem fizer seus “check-ins”. As pessoas querem ver informações mais detalhadas e dinâmicas do que apenas uma mera lsita de quem fez check-in. Deverá haver ainda mais descontos e recompensas para quem entrar em determinado lugar, como já existe na Best Buy. E a chegada do Facebook Places será de grande valia para as marcas identificarem, por exemplo, onde elas poderiam ter uma presença maior.

8) Buscas mais pessoais, móveis e impactantes

Links com perfis sociais, histórico de busca e segmentação de comportamento darão grande relevância aos usuários que souberem dividir essas informações com provedores de ferramentas de busca. A busca social do Google não decolou em 2010, mas a recente parceria de Bing com Facebook pode trazer impacto em 2011, abrindo espaço para um acordo similar do Twitter com algum mecanismo. Haverá mais espaço para companhias desenharem interface de buscas de nicho, por conta de aplicativos mobile, com o Orange Wednesdays, especializado em cinema. Tecnologias como busca baseada em imagens (Google Goggles), busca de voz (parte do Android API) e scanning em código de barras, irão ligar experiências mobile no off-line com recursos de informação online.

9) Jogos em movimento

Os lançamentos recentes do Move, da Sony, e do Kinect, da Microsoft, deram vida nova ao PlayStation e ao Xbox e trarão novidades em 2011 no que tange às inovações em desenho de jogos. Além disso, jogos casuais irão despontar, por conta das capacidades do iPhone e iPod. E os jogos sociais seguirão sendo muito populares, algo refletido no fato de que a Zynga, maior empresa do setor, tem um valor de mercado maior do que da Electronic Arts.

10) Marketing de nicho mais relevante

O estudo da Millward Brown aponta que as pessoas buscam por marcas em mídia sociais que sejam mais relevantes para suas necessidades. O Facebook, por exemplo, pensa em uma integração com a Amazon e outros sites que permita maior customização e relevância. Além disso, a plataforma social do Google deverá seguir a mesma linha.  As pessoas estarão engajadas na maior rede social (Facebook), mas também em algumas que atendam nichos que lhe interesse. O estudo conclui que 2011 será o ano de redes menores com nichos específicos de interesse, com suporte do Facebook (exemplos: Foursquare e RunKeeper).

11) Privacidade online em discussão


Os anunciantes irão progredir no desenvolvimento de padrões de transparência online. A confiança será algo quantificável e os consumidores irão gerenciar e dividir seus dados com parceiros comerciais, tornando isso um modelo de negócios viável. Mídias sociais, portais, ferramentas de buscas e empresas de telecom irão brigar para serem a plataforma para conectar os consumidores. A ideia é evitar medidas regulatórias para proteger a privacidade online.

 

fonte meio & mensagem


20.11.10mercado

O consumidor americano que adentrou o supermercado, em agosto, atrás de um repasto semi pronto, se deparou com uma surpresa. Dentre incontáveis variedades de sopa em lata, sopa em saquinho e sopa em caixinha, havia algo de insólito: o rótulo da Campbell's, imortalizado nas pinturas de Andy Warhol (1928-1987), estava repaginado. Não era a primeira vez. Nos anos 1990, alguns sabores já haviam aberto mão da velha embalagem --elegante, sem fotografia, a exemplo do persistente Catupiry (não se pode dizer o mesmo dos recauchutados biscoitos Piraquê)-- em prol de uma imagem da sopa, em um prato, prestes a ser servida. Em 2008, a alta cúpula da Campbell's concluiu que esta silhueta também estava defasada. Contratou três escritórios americanos de pesquisa --Innerscope, Merchant Mechanics e Olson Zaltman--, que levaram dois anos estudando a reação de consumidores. Cientistas de neuromarketing imbuíram de sensores 40 pessoas. Mapearam postura, batimento cardíaco, sudorese e respiração delas diante de uma prateleira de sopas, no mercado. Concluíram que a embalagem carecia de três mudanças. No dia 17 de fevereiro de 2010, um comunicado da empresa anunciou "um plano para turbinar a performance de seu portfólio de sopas condensadas nos Estados Unidos". Dentre estratégias paralelas ("Melhorar o sabor das 26 variedades de sopa de galinha"), o memorando adiantava as mudanças estéticas que logo se veriam: uma fumaça saindo da sopa; a extirpação da colher que mergulhava no prato; a redução do espaço para o logo. As crianças ganharam embalagens adornadas por Bob Esponja, Buzz Lightyear e outros personagens da Pixar. Espera-se um aumento de 2% em vendas. Anthony Sanzio, diretor da Campbell's, disse à Folha que as mudanças não foram discutidas com o museu ou com a fundação Andy Warhol: "Temos uma relação próxima, mas isso não lhes dizia respeito. Apreciamos o fato de Andy Warhol ter transformado sua comida preferida, a sopa Campbell's, em um ícone da arte." Por via das dúvidas, a empresa manteve o velho desenho em três de suas sopas: tomate, cogumelo e galinha com macarrão. Sanzio não respondeu se isso era uma espécie de "cota artística". Philip Larrat-Smith, curador da exposição "Andy Warhol, Mr. America", ocorrida neste ano, na Estação Pinacoteca, em São Paulo, acredita que o artista teria entendido a mudança: "O Warhol tinha um tino comercial, sabia que as empresas precisavam se adaptar ao mercado. Por outro lado, intimamente, ele provavelmente pensaria: "Mas o desenho era tão bom. Por que mudá-lo?

  • antes/depois

04.08.10mercado
É algo para aproximar ainda mais marcas e pessoas. Essa ação promovida pela Tissot explica bem o conceito.

Se você busca proporcionar uma experiência como esta para os seus clientes, fale com gente.



24.04.10mercado

Papel semente é um papel artesanal e ecológico que recebe sementes de flores durante seu processo de fabricação. Dessa forma, o cliente pode usar o papel de acordo com seu interesse de comunicação e após sua utilização plantá-lo, gerando vida ao invés de lixo. Boa ideia! www.papelsemente.com.br


15.04.10mercado

Com pouco investimento financeiro e muita criatividade, a ação realizada pela TAM no aeroporto de Montevideo despertou a atenção dos passageiros para conhecer outros destinos em que a companhia opera. A silhueta do Cristo Redentor e as diversas bagagens e acessórios de viagem no saguão contextualizaram bem a proposta. Assista!


Volta e meia recebemos correspondências para Dona Design, Dona "Desainers" ..., mas quando chegou um envelope para a Dona
Denise
percebemos que ali estava nossa personagem que viraria lenda aqui no escritório. Ela ganhou
uma pastelaria e é daqui que contará
as novidades do mercado do design,
nossas intimidades ou passará apenas para dar um olah! Saboreie.

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