31.01.12aqui
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29.01.12mercado
No Brasil, a estratégia teve mais êxito no campo do entretenimento com a nominação de casas de espetáculos, cujo pioneirismo cabe ao Credicard Hall

A concessão dos naming rights permite que uma empresa estampe sua marca como o nome oficial de uma propriedade, seja ela um espaço ou um evento. Assim como no campo do entretenimento, trata-se de uma estratégia amplamente utilizada no ambiente esportivo, que busca diversificar cada vez mais suas formas de obtenção de receita – principalmente no Brasil.


Nos Estados Unidos, a tradição vem de longa data e o modelo está consolidado. Até escolas de negócios são “patrocinadas” por esta via. O Knight Management Center, da Stanford University, na California, por exemplo, foi assim nomeado graças a um aporte de US$ 105 milhões.


Atribui-se o surgimento dos naming rights dos espaços esportivos à década de 1920, quando o estádio do Chicago Cubs, time de basebol, foi batizado de Wrigley Field, expondo a marca de chicletes de seu proprietário, William Wrigley. Porém, a nominação que representou uma quebra de paradigmas ocorreu em 1953, quando a Anheuser-Busch, então dona da Budweiser, comprou os direitos do Sportsman’s Park, a casa do St. Louis Cardinals, rebatizando seu nome para Budweiser Stadium, o que não foi aceito pelo presidente da liga de basebol à época. Rapidamente, foi tomada a decisão de nomear o espaço de Busch Stadium, o que, inclusive, motivou o lançamento de um produto, a Busch Bavarian Beer. O estádio fechou em 1966, mas as duas casas subsequentes dos Cardinals permaneceram com o mesmo nome.


Atualmente, os clubes das principais ligas esportivas dos Estados Unidos (basquete, basebol, hóquei e futebol americano) sediam seus jogos em arenas cujos direitos de nominação foram cedidos. O NY Mets, por exemplo, negociou com o Citigroup a nomenclatura do seu estádio por US$ 400 milhões ao longo de 20 anos, valor que representou aproximadamente 50% do custo total do espaço. Fedex, Gillette e American Airlines são outras companhias que seguem o mesmo caminho.


Já na Europa, cuja tradição de arenas volta-se ao futebol, tem como recentes exemplos os estádios Allianz Arena, na Alemanha, e o Emirates Stadium, na Inglaterra, cujo valor aproxima-se dos US$ 180 milhões em um contrato que incluiu o patrocínio ao Arsenal, clube mandatário do estádio. Recentemente, o clube Chivas Guadalajara, do México, lançou sua nova residência, que desde seu início chama-se Omni Life Stadium.


No Brasil
Por aqui, os naming rights tiveram mais êxito no campo do entretenimento com a nominação de casas de espetáculos, cujo pioneirismo cabe ao Credicard Hall, que nasceu em setembro de 1999 e permanece com o mesmo nome.


Salas e redes de cinema são, também, alvo desta estratégia. Se hoje marcas como TAM, Sabesp e Livraria Cultura investem neste tipo de exposição, a inspiração é o Espaço Banco Nacional de Cinema, criado no início da década de 1990 por Adhemar Oliveira em São Paulo e que exigiu do patrocinador um investimento inicial de US$ 1,5 milhão. Posteriormente, o conjunto de salas tornou-se Espaço Unibanco e expandiu-se sob a forma de outras unidades. Alguns grandes teatros também foram batizados, como é o caso do Abril, Bradesco e Alfa, que recebem espetáculos cênicos e musicais de grande porte.


No esporte, esta estratégia não é muito antiga, embora passe por um aquecimento na demanda. A primeira equipe de futebol a efetivar esta prática no país foi o Atlético Paranaense, que assinou um contrato com a empresa de tecnologia Kyocera em 2005. O objetivo da companhia consistia em facilitar a entrada no mercado latino-americano, região com tímida participação no faturamento da organização, mas com índices promissores de crescimento. O contrato, todavia, foi encerrado três anos depois.


A perspectiva de construção de novos espaços em decorrência da Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 criou uma atmosfera de otimismo no setor. O prometido estádio do Corinthians, por exemplo, gera na diretoria do clube a expectativa de captar R$ 300 milhões de reais em troca da nominação do espaço por 15 anos. Especula-se também que os novos campos de Palmeiras e Grêmio lancem mão também deste tipo de financiamento.


Aqui, o “batismo popular” de estádios por parte de torcedores e imprensa ainda é uma barreira cultural a ser superada. Além disso, as empresas de comunicação não são flexíveis a este tipo de exposição de marcas não anunciantes. No caso do Atlético Paranaense, a Kyocera Arena jamais deixou de ser chamada de “Arena da Baixada”. A mesma preocupação ronda o estádio corintiano, que extraoficialmente já é chamado de “Fielzão”.


Trata-se de uma estratégia de investimentos que, por sua característica de longo prazo, requer ativações muito bem feitas e uma presença efetiva, que justifique uma associação de tal porte. Se o espaço não tiver utilização constante, a diluição dos custos torna-se mais difícil e a arena passa a ser onerosa. Por isso, nos Estados Unidos os naming rights vinculam-se a locais multiuso, nos quais diferentes equipes e modalidades sediam suas competições, além de oferecem a possibilidade de serem utilizados para eventos de outras naturezas, como grandes feiras ou espetáculos. Resta saber se no Brasil o modelo perdurará da mesma maneira.


Fonte: Mundo do Marketing


28.01.12nossos projetos
DOMA assina materiais de PDV para Liquidação Aleatory

27.01.12mercado
Rede social funciona como um quadro de avisos, “fixando” todo tipo de conteúdo em boards visuais

Com 4 milhões de usuários em tempo recorde, o Pinterest é certamente a rede social mais legal do momento. É a primeira ferramenta dominada por mulheres, quase 60% da base, e aos poucos sendo descoberta também pelas marcas. Várias delas já estão lá, mas o exemplo mais bacana até agora é o da Gap.


Assim como aquele quadro de avisos na porta do seu prédio, a proposta do Pinterest é “fixar” todo tipo de conteúdo em boards visuais. O uso varia de acordo com a vontade de cada um: você pode guardar referências, artigos para ler mais tarde, livros que deseja ler, fazer listas de compras, itens para casa, organizar eventos, e por aí vai.


O que o perfil da Gap no Pinterest faz é atualizar um board com inspiração jeans, colecionando objetos e estilos inspirados pelo tecido.


acesse: pinterest.com



20.12.11aqui
Planejar para realizar mais e melhor!

Sob a sombra de nosso abacateiro, a equipe DOMA parou na segunda-feira, 19/12, para fazer um balanço dos resultados de 2011 e para começar a pensar em 2012. De bônus, todos tiveram a oportunidade de ouvir uma palestra informal de Celso Garcia, renomado especialista em treinamento e desenvolvimento de pessoas e diretor da Pensare. Celso deu os parabéns à DOMA por chegar aos 15 anos e lembrou que quem faz as empresas são as pessoas, e que o engajamento, os processos inteligentes, a qualidade e a eficiência são diferenciais a serem perseguidos com seriedade por quem quer perpetuar seu negócio.

  • Celso Garcia, primeiro da esquerda em pé

Volta e meia recebemos correspondências para Dona Design, Dona "Desainers" ..., mas quando chegou um envelope para a Dona
Denise
percebemos que ali estava nossa personagem que viraria lenda aqui no escritório. Ela ganhou
uma pastelaria e é daqui que contará
as novidades do mercado do design,
nossas intimidades ou passará apenas para dar um olah! Saboreie.

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