En el mundo Doma
El Diseño valoriza, perpetúa, materializa, evoca, decodifica, organiza, emociona, construye ideas y experiencias de marca junto con las personas en sus hábitats más diversos. En un mundo acomodado, la identidad de una empresa es lo intangible más tangible en la búsqueda de la diferenciación. En este juego gana la marca que mejor se relacione y entregue el producto o el servicio prometido.
Desde 1996 Doma es Diseño, brasileña, curitibana. Busca constantemente una razón y una vista diferente para cada nuevo reto: estrategia y arquitectura de marca, identidad visual corporativa, diseño digital, diseño de envases, endocomunicación, sistemas web y generación de contenidos.
Cualquiera que sea el camino, es éste el deseo de crear lo nuevo y generar valor para las marcas de nuestros clientes que mueve el equipo de Doma a cada día, construyendo relaciones verdaderas y duraderas.
¡Contáctenos!

Daniel, clássico piá de sobrado. Colecionador de mapas, baquetas e saleiros.

Josenei, pele branca, roupa preta e corintiano roxo.

Cris, prática e direta, mas transformada pelo sorriso de uma criança.

Ana ou Aninha, simples assim.

Clau, não tão boa quanto parece, simples assim!

Lívia, me dá um minuto, deixa só eu guardar minhas sapatilhas...

Mick, dorme em PB, sonha em sepia e acorda em cores.

Marcelo Vitor, acredita que algumas coisas mudaram para sempre e outras sempre mudam.

Júlia, o quê?, o quê?

Ale, quando corro é fácil ver a vida através dos olhos de uma criança.

Neto, calma, é só uma frase.

Pablo, também atual pai de sua mãe. Não é corcunda, apenas anda em itálico.

Alex, excêntrico paranista, descobriu em uma regressão que foi meia do Ferroviário.

Bruna, curiosa, baixinha, carnívora e pisciana. Não exatamente nesta ordem.

Nelson, repetir para aprender, criar para renovar

Sergio, vive de escrever e escreve sua vida em mal traçadas linhas.

Josi, Jo, Djo, Josilda, Josizinha... agora Van Dorsselaer!

Laiz, mais sal do que açúcar, mais vontade do que tempo ruim.

João, aos 19 anos correndo junto com a contramão.

André, não fumo, não bebo, não xingo... acho que por isso falo sozinho.